SABEDORIA É UM DOM

Sejam bem-vindos amigos aos momentos inteligentes no Espírito! Isso mesmo! Aqui temos oportunidade de partilhar experiências que edificam e nos ajudam a refletir sobre o Reino que está na terra como no céu; a aprender a recuperar o que é nosso e usufruirmos do melhor da terra; a compreender que ser cristão não é sinonímia de limite intelectual;a entender que Sabedoria é um Dom espiritual que será dado a quem a buscar para a sua vida. Salomão buscou e sabedoria e conhecimento lhe foi dado. A palavra de ordem é: Tome posse!







quarta-feira, 11 de novembro de 2015


AGRADECIMENTOS NOS TRABALHOS ACADÊMICOS (Monografia, Dissertação, Tese)
 
A que ponto chegamos no embate do homem contra Deus. O que leva um professor de Pós-graduação se incomodar tanto com o agradecimento que os alunos fazem a Deus por terem conseguido terminar com esmero suas Dissertações e Teses? O Prof. Dr. Gabriel Perissé (Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Nove de Julho (SP). Disponível em: http://www.perisse.com.br, gastou parte do seu tempo escrevendo um texto (irônico) intitulado Minha tese....graças a Deus. Em uma de suas críticas diz: “Deus pode ser objeto de estudo de uma pesquisa teológica (...) agradecer a Deus em um tempo em que Deus e ciência parecem tão distantes...”. Gente, quem disse que colocar Deus nos agradecimentos de um trabalho científico se está tomando Deus como objeto de estudo? Será que esse intelectual não sabe o que seja “objeto de estudo” em um trabalho científico? Ele chegou a dizer ainda: “...não estamos mais no tempo em que cientistas e intelectuais concluíam suas obras com uma exclamação de louvor — Laus Deo”... Pergunto eu a vós outros que chegaram até aqui na leitura: O que há de errado com ele? É inadmissível que qualquer professor, pós-doc que seja, venha intervir nesta parte das pré-textuais de um texto científico (monografia, dissertação ou tese) chamada Agradecimentos, em que o autor do texto científico a ser apresentado à banca tem o direito de sentir-se grato a quem quer que seja, se ao Senhor Deus, a quem considera autor e consumador da sua fé, se a Maria, mãe de Cristo, a quem considera exemplo de mulher para a humanidade, e, no caso de católicos, por considerá-la intercessora tal qual o seu filho. Desculpe-me esse intelectual, mas eu agradeço a quem eu quiser o fruto do meu esforço. É um direito que me assiste inserir Deus nos Agradecimentos da minha Tese. Sentir-se grato a ... é um direito individual e intransferível.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A ORIGEM DA LÍNGUA: em busca de pistas
A língua é um dom divino de exclusividade do homem. A variedade de existentes no mundo deve-se à confusão das línguas imposta por Deus à humanidade, pela ousadia de querer atingir o céu através da Torre de Babel. Ao dispersar-se, cada comunidade não podia entender-se com as demais. A Escolástica se baseou na Bíblia, cuja teoria criacionista é a única que explica a origem da linguagem, ou pelo menos dá um norte. A gênese havia sido a mesma e o dom da linguagem somente fora concedido à espécie humana.


Duas teorias filosóficas mobilizaram os histórico-comparativistas do século XIX, que comparavam as línguas em busca de uma proto-língua. São elas: o racionalismo e o empirismo. A primeira pretendia alcançar a verdade pela razão; a segunda, pela experiência. Sem sucesso esses estudiosos procuram as propriedades universais das línguas humanas. Ao comparar adentrando em tempos cada vez mais distantes e em diversos espaços geográficos em busca de reconstituir línguas e protolínguas, descobrem somente que havia elementos comuns entre elas, contudo afirmar que eram de caráter universal, ou seja, próprios de qualquer língua humana, podiam não.


O que entendo é que o homem não encontra respostas para o que não tem respostas precisas, não há como desvendar os mistérios do Criador, se assim não aprouver a Ele revelar. Isso também é mistério.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

PRESIDENTA ou PRESIDENTE

Tenho recebido muitos e-mails em busca de saber se Presidenta é uma forma "correta"de marcar o gênero feminino. É incrível como em um país onde a língua portuguesa se manifesta heterogeneamente nas diversas regiões, ainda se polemiza alguns usos em busca de uma forma única e ainda se polemiza alguns usos em busca de uma forma única e""correta" de se expressar. Por divergências políticas ou não o fati é que muitos brasileiros se têm debruçado sobre a questão, buscando nas raízes da língua uma maneira de escolher uma única forma para se referir ao posto presidenciável, se é que é possível adjetivar assim. Presidente ou Presidenta? O povo quer saber. Os que se orientam pelo "certo" e "errado" em língua foram buscar explicações no particípio ativo presente. Devo dizer, para resistência de alguns, mas em concordância com a maioria dos gramáticos, esse tipo de particípio não existe mais no português contemporâneo, pois as palavras com terminação em ANTE são substantivos adjetivos, portanto, devemos aceitar a opinião de Bechara e Sacconi que admitem as duas formas como corretas. Até o tradicional Paschoa Cegalla considera "presidenta" como forma correta. Celso Cunha diz apenas que tal feminino tem uso restrito no Brasil (almiranta, infanta, presidenta), portanto, caros amantes da Língua Portuguesa, aceitemos o fato de que, como mostra o nosso Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, o Volp, o substantivo pode ser flexionado sim. Presidenta é, portanto, expressão em conformidade com a chamada norma padrão da línguagem. Para encerrar, ativando a memória dos puristas, lembramos que é permitido ao falante fazer escolhas, e, sem "ferir à deusa forma culta", pode indistintamente fazer a sua opção lexical Presidente ou Presidenta. Ademais, é importante frisar, as duas formas estão em concorrência, como é o caso de palavras em variação, elas estão em uso. Talvez não se tenha utilizado essa forma até então, pelo fato de ser a primeira vez que a mulher, e não um home, preside o Brasil. Dilma é a primeira (com licença da palavra) PRESIDENTA do Brasil.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A RAZÃO E AS INCERTEZAS DO HOMEM

Após o século XX, ecoa forte a voz de Karl Marx em seu manifesto comunista em que dizia: “tudo que é sólido se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profano, e as pessoas são finalmente forçada a encarar com seriedade sua posição e suas relações recíprocas” (Manifesto Comunista). Isso foi retomado por Marxhall Berman, cuja visão do homem é a de um homem em constante transformação, caminhando em novidade de vida (não no sentido bíblico), contraditório, ambíguo e angustiado, envolvido em um mar de incertezas.
A razão teve o seu apogeu no modernismo, quanto esta prenunciava um novo mundo, pautando-se na supremacia da ciência sobre os desígnios de Deus para a humanidade.
Hoje, em pleno século XXI, o homem vivencia o conflito entre a ciência, cuja verdade absoluta questiona, e a relutância em reconhecer a Onipotência do Criador e quem o pode salvar está aqui: JESUS CRISTO É O SENHOR!

domingo, 8 de agosto de 2010

A VERDADEIRA FELICIDADE

As pessoas vivem e morrem em busca da felicidade, e, muitas vezes,
quando pensam tê-la encontrado, tudo não passou de momentos fugazes de prazer os quais normalmente... quase sempre são seguidos de pesar, angústia e dor.
O encanto não sobrevive no mundo da mercadoria, do relógio, do efêmero.
Sob o encantamento deste mundo, subjaz uma força estranha que impede o homem de alcançar a plenitude do espírito.
A felicidade se confunde com a mediocridade dos pseudoliberais que, ao alçarem seus vôos libertários, perdem-se no horizonte de seus sonhos, afastando-se cada vez mais dos sonhos de Deus; dos planos do criador para o homem. Tratase de uma felicidade ilusória, cujo engodo satânico impede a criatura de reconhecer o amor supremo do Criador.
Assim, dá-se no país do carnaval, onde pessoas de vários lugares do mundo se deslocam para viver uma “felicidade” peremptória, que dura tão-somente o período da festa de Momo. “Deus é brasileiro”, afirmam, referindo-se à alegria dos brasileiros, dessa gente que, mesmo “matando um leão por dia” para sobreviver, consegue rir, pular e se divertir... como se não houvera maiores problemas a serem solucionados,
afinal, nada pode ofuscar tão preciosos momentos de prazer carnal, em um país onde, há bem pouco tempo, não se ouvia falar em terremoto.
É que, nesta nação, a história do “pão e circo” funciona mesmo!
Difíceis são os dias subsequentes ao carnaval, a começar pela quarta-feira de
cinza, a chamada “quarta-feira ingrata”, quando os foliões sentem uma tristeza profunda que é confundida com saudade ... mas o que, na verdade, experimentam essas almas – além das perdas e danos causados, em sua maioria,pela bebedeira, promiscuidade e descuido – é o sabor amargo do vazio espiritual que somente poderia ser preenchido pela presença do Espírito Santo, pois a verdadeira felicidade somente a tem aquele que conhece a Deus, e, livre das amarras da tradição, vive na dispensação da sua maravilhosa graça.

A LÍNGUA NA BOCA DO JOVEM CRISTÃO

“Que tipo de fonte tem sido a tua boca?”, pergunta-nos o pastor Paulo Filho, ao encerrar suas palavras no texto “Cuidado boquinha no que fala”, da edição passada do ISBJ em FOCO. Ele referia-se ao versículo Bíblico que se encontra em Tiago 3: 11: “Por acaso pode a mesma fonte jorrar água doce e água amarga?”. Essa pergunta nos inspirou a tecer algumas considerações sobre a questão da sociolinguística, no que tange às escolhas lexicais do jovem cristão em sua pragmática.
Para melhor entendimento da mensagem que pretendemos passar, consideramos pertinente esclarecer alguns pontos da Linguística. Em que pese se buscar certa uniformidade no estudo da língua os linguistas variacionistas têm provado que a heterogeneidade é a realidade da língua e a variação sua característica mais apropriada. O que a escola chama de “erro” os linguistas chamam de “desvio” da chamada norma padrão (norma culta) ou mesmo de “variação” e o tipo de variação usada é chamado de “variante”. Somente para exemplificar, o nordestino diz “arenga” e o sulista pergunta se há essa palavra no dicionário? É nordestinês? Que seja. Cada região tem a sua variante, cada grupo social, enfim, cada comunidade de fala tem a sua variante. Assim também os cristãos evangélicos têm a sua variante, e mais: dentro dessa comunidade de fala há também variantes específicas como, por exemplo, a do jovem, que por uma questão de afirmação gosta de reproduzir os usos linguísticos uns dos outros. Uma variante muito comum na boca do jovem é, por exemplo, a substituição de qualquer verbo por “coisar”, com direito à flexão (eu coisei, tu coisaste, ele coisou...), mas isso é uma evidência de um vocabulário empobrecido, diria o gramático; já o linguística evidencia que apesar da falta da ação verbal adequada, o sentido não se perdeu. Foi construído. A grande questão não é quanto à aceitação ou rejeição do gramático ou do linguista, mas se a palavra ou expressão glorifica ou não a Deus, se fere ou não a sua santidade.
Entendido que a variação é uma característica inerente à língua, fica mais fácil entender que toda esfera discursiva tem suas especificidades (fonológicas, lexicais, sintáticas e semânticas). Estamos tratando aqui da esfera religiosa e toda a sociedade reconhece, por exemplo, que calão não faz parte desse contexto ou ambiente discursivo. As pessoas até respeitam a nossa aversão à linguagem chula, pois quando alguém faz uso de calão diante de um cristão, em seguida ensaia um pedido de desculpas. Com isso, entendemos que há sim um reconhecimento social da pragmática linguística religiosa. Portanto não há porque se envergonhar, muito pelo contrário, santificar a nossa língua é motivo de honra.
Os jovens são muito inovadores, na realização de suas escolhas linguísticas, porém eles procuram uma variante comum e mesmo aqueles que sabem estar ferindo a sintaxe se identificam pelo uso das gírias: “diga aí, meu”, “vamo nessa”, “tipo”, “então” para iniciar e não concluir um pensamento, “assim” para não comparar nada, “tô p. da vida” – quando na verdade está sem vida –, “pô”, originalmente usada para abreviar uma palavra obscena, hoje, uma variação que abrevia uma interjeição. O jovem cristão, por sua vez, é abduzido pelo “grupo de iguais” que vive fora da esfera discursiva religiosa e traz para o seu meio toda a gama de terminologias que fere os princípios morais cristãos e entristece o Espírito Santo. Por desconhecimento etimológico, o jovem cristão assimila uma variedade de termos obscenos (os quais não são cabíveis de registro neste espaço midiático) que, de tão corriqueiros e regionais, entra imperceptível em sua mente, saltando-lhe da boca com total naturalidade. “É gíria de jovem”, dizem os mais velhos, afinal, “jovem é outro papo”, diz a cultura de massa. Os pais são coniventes; os ministros das igrejas são coniventes; há até pastores que, a fim de atrair mais jovens à sua Eclésia, acrescentam ao seu léxico, uma diversidade de gírias, entre elas, algumas de procedência duvidosa e mesmo pornográfica.
O jovem cristão – os que têm o costume de frequentar a Igreja, o hábito de ler a Bíblia e de ler outras boas leituras – certamente continuará usando gírias, porque faz parte de sua natureza inovadora, entretanto, a língua na boca desse jovem, em situação natural de fala, será sempre diferenciada, seleta e santa.